Secretaria de Saúde e hospitais particulares de Americana alinham procedimentos para enfrentamento do coronavírus

A Secretaria Municipal de Saúde promoveu, nesta quinta-feira (26), uma reunião com representantes dos hospitais particulares de Americana para alinhar os procedimentos adotados com relação ao enfrentamento do coronavírus no município. Durante o encontro foi solicitado um levantamento completo dos leitos de UTI disponíveis, foi criado também um grupo de trabalho virtual para facilitar a troca de informações entre o Poder Público e a rede privada de saúde.

Participaram da reunião o secretário municipal de Saúde, Gleberson Miano; o diretor superintendente da Fusame, José Carlos Marzochi; os médicos infectologistas, Arnaldo Gouveia Júnior e Juliana Ribon; representantes dos hospitais São Lucas, São Francisco, Samaritano e Unimed; da secretaria de Saúde; da Vigilância em Saúde; e da Vigilância Epidemiológica.

O grupo de trabalho criado vai facilitar a comunicação entre os representantes da rede de saúde pública e da particular de Americana, contribuindo para ações conjuntas e para o enfrentamento de dificuldades em comum, como a aquisição de testes para diagnóstico do coronavírus e de insumos.

O secretário de Saúde avaliou positivamente o encontro. “A reunião foi muito produtiva. Acredito que chegou o momento de alinharmos o entendimento e as condutas. Esse convite foi muito bem aceito, todos estavam presentes e percebemos que eles têm os mesmos problemas que a gente”, avaliou o secretário. “Isso vai ser muito bom, esse alinhamento com a rede suplementar de Americana”, considerou Gleberson.

Já o médico infectologista, Arnaldo Gouveia Júnior, destacou a importância desse alinhamento com a rede particular. “É muito importante estar alinhado o Poder Público com a saúde suplementar porque todos moram nessa cidade. Na hora em que as coisas começarem a acontecer, precisaremos de todos os leitos disponíveis. O SUS está ampliando o número de leitos, mas não sabemos se serão suficientes”, explicou. “A informação entre o Poder Público e essas operadoras precisa ser rápida também para estarmos preparados para atender esses pacientes”, completou o infectologista.

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